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Biscoito da Sorte
Aceita um biscoito da sorte? É só clicar e descobrir a surpresa que tem dentro dele pra você!
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Seu gosto
Não discuto
Não olhe meu rosto
Nem um minuto.

Deixe-me aqui
Vagando a esmo
Ninguém eu vou ferir
A não ser a mim mesmo.

Se assusta se eu respiro
Ou se digo um simples “atim”
Mas não vou dar nem um tiro
A não ser se for em mim.Clicando aqui, você lê a letra de música
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Ao longo do desenvolvimento da minha compleição física, eu não tive nenhum motivo para supor que as mazelas constituíssem tão somente um lugar alheio.

Muito pelo contrário, pois os desapontamentos estiveram presentes no interior do meu próprio lar e advindos dos meus progenitores, inclusive.

Entretanto, o debruçamento sobre a arte de traçar versos foi uma ferramenta útil para aliviar as lágrimas. E quiçá tenha reforçado a minha boa vontade em relação aos mais antigos.

Um sujeito de cabelos brancos e dobras na face que indicavam o prazo fluído de estada em seu tronco carnal, a meu ver, era uma versão corpórea do museu do Ipiranga que eu fiquei encantado em percorrer aos sete anos de vida.

Apesar das maneiras eticamente relapsas mostradas pelas pessoas maduras das quais eu tentei absorver elementos edificadores, o fato significativo era que o maior dos cofres de luz instrutiva estava na iminência de ser aberto.Clicando aqui, você lê a crônica completa
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Ao viajar para Rotorua, conheceu um Marae – casa sagrada dos maoris – na qual um senhor chamado Akahata, chefe da tribo, recebeu-o com honras, mostrando-lhe gratidão pela carta número vinte e seis do jogo, que retratava um conquistador lunar de origem maori, que lutava naquele astro. Akahata ofereceu um moko – tatuagem maori – a ele, que seria delineado em seu rosto. Um privilégio para ele, já que os mokos são símbolos de status naquela cultura – quanto mais conquistas o indivíduo reunia, mais a sua pele era circunscrita com os adornos – e o estrangeiro teve de mandar um "Não, obrigado!" ao simpático nativo, com o devido cuidado para não ofendê-lo.

O silvícola, por seu turno, não se melindrou e, para provar que estava tudo certo entre eles, esbugalhou os olhos até expor os nervos ópticos e colocou a língua para fora, tocando a covinha do queixo com a sua ponta, e dançou o Haka para o estrangeiro, que sorriu.Clicando aqui, você lê o conto completo
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Quando eu estava na terceira série, a professora de educação artística mandou a classe dividir-se em três grupos de doze alunos pra fazer uma apresentação de teatro pra feira do livro, que acontecia em todos os meses de agosto, naquela tradicional escola do Morumbi, bairro nobre de São Paulo, na qual eu era bolsista por ser filho de professora. A mim coube, além da função de escrever a peça, interpretar o personagem principal: um guitarrista esquizofrênico que conservava o hábito de apedrejar igrejas nas madrugadas de lua cheia.

Caraca, véio, o que é que eu queria arrumar pra minha cabeça ao dar-me este polêmico personagem?

Eu somente seria expulso daquele lauto colégio três anos mais tarde, no meio da sexta série, ao falar pro professor Antônio, de história, que compreendia bem a origem símia do homem assistindo às aulas de geografia. Ele era marido da professora de geografia.
(Trecho de um texto de Marcelo Garbine que fala sobre peculiaridades que envolvem a falta de enquadramento social)
Clicando aqui, você ouve o podcast sobre as imposições sociais e o medo da rejeição. Nele, Marcelo Garbine e sua galera misturam humor com filosofia. Uma mesa-redonda muito legal!
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No entanto, o que o sábio debochado e pretenso omnissapiente não tinha ciência era de que Pablo especializou-se no trato de gados ovinos e, por esta razão, no decorrer da universidade, escolheu a terra dos carneiros para estagiar. E o destino esmerou-se ao querer que a criaturinha de cabelo tigela fosse empregar-se na sua fazenda. Por conseguinte, foi simples para o rapaz escalar a grade situada no andar térreo e botar o item na guarnição da tela.

Mas, até agora, não havia decifrado esta parte do enigma e ingeria sossegado os goles do que restava da sua bebida quente e espumosa com canela e chantili. Olhou pela janela do bar e para o seu relógio. Ainda faltavam dez minutos... Dava tempo de ir ao toalete.

Ao abrir a porta do quartinho das latrinas, viu um homem furioso de pele vermelha e olhos exíguos, aparentemente com as pálpebras cerradas, segurando uma barra de ferro oxidado com as duas mãos posicionadas por cima do ombro direito.Clicando aqui, você lê o conto completo
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De modo ocasional, quiçá, as palavras articuladas pelos educadores domésticos não evidenciem uma congruência geometricamente exata com os procedimentos práticos reproduzidos, entretanto, o recém-concebido elemento material desta presente existência é deveras viçoso para deixar de vislumbrar doçura no que ocorre em seu entorno.

E como o caráter teatral semiafetivo desempenhado pelos parentes de grau fraterno de quem nos gerou ainda não fora plenamente esclarecido, é possível desfrutar por alguns anos da extensão de um sentimento de aconchego amoroso.

Somente ao raiar da puberdade é que algumas presumíveis queimaduras de sol não lograrão um êxito tão relevante assim em serem evitadas com o uso da peneirinha do delírio. Ao cabo da década incipiente da vida, talvez, a colheita da horta cujas sementes exclusive poderiam ser lavradas com o auxílio dos pedagogos íntimos revele um fruto de degustação insípida, ao menos se analisado sob uma conjectura otimista.Clicando aqui, você lê o texto completo